Umbelina Maria, meteu a segunda feira de Carnaval como férias. Na altura pareceu-me bem e fiquei toda contente, porque ia poder dormir até mais tarde, uma das minhas coisas preferidas é dormir, dormir e dormir, e na terça é feriado. Pois, este pensamento foi muito lindo até me lembrar que na segunda de manhã tenho uma consulta com o meu pai logo às nove, à noite tenho aulas e, como entretanto algo chato se passou, no resto do dia tenho de tratar de uns assuntos. Ah, e já vos disse que parece que na terça feira de Carnaval vou ter aulas? Lá se vai a alegria do meu suposto fim de semana prolongado.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
O maior exercício físico dos últimos meses (e isto já foi em dezembro)
Antes
demais um pequeno enquadramento. Para ir para as aulas há duas entradas para o
campus, a principal e outra pelas traseiras que basicamente é um caminho de
cabras onde só em alguns sítios dois carros conseguem passar um pelo outro. Ora
bem, num dia de muita chuva Umbelina Maria teve de deixar o boguinhas perto dessa
tal entrada porque não havia lugar mais perto, tudo bem lá fui eu para as
aulas. Ao vir embora já que estava perto dessa entrada que vai pelo caminho das
cabras decidi sair por lá. Que fui eu fazer?!?! Ao passar o portão levo logo
com um carro em sentido contrário. Toca a recuar devagarinho até até um sítio
onde o outro charango pudesse passar e entrar. Ok, tudo bem, lá continuei eu no
caminhito das cabras, quando numa curva me aparece uma carrinha com um gajo
muito do impaciente! Ora bem, um caminho estreito, noite escura, chuva a potes,
pouca iluminação, espelhos laterais cheios de gotas de chuva, pára-brisas
embaciado e ainda em processo de desembaciamento, e eu a ter de recuar. Sim,
porque o último a chegar ao local é que deve recuar, pelo menos foi o que eu
aprendi na escola de condução, podemos considerar que chegamos ao mesmo tempo e
o fulano limitou-se a esperar que eu recuasse. Tudo bem, eu sou uma moça
simpática e comecei a recuar, muito, muito devagarinho, que isto de andar de
marcha atrás com pouca visibilidade é coisa para ir fazendo aos poucos. Ora, eu
recuava 10 cm o gajo avançava, sempre a dar-me com os médios na fronha, recuava
mais um bocadinho lá estava o gajo em cima do meu carro, acho que se não desse
cabo do charango dele me abalroava, mas pronto. Para tornar tudo mais
emocionante ainda começo a ver as luzes de outro carro a virem atrás de mim,
felizmente conseguiu avaliar a situação e deixou-se estar quietinho. Lá
continuei eu a recuar, e o gajo em cima de mim, a recuar e o gajo em cima de
mim, até que finalmente recuei até um ponto em que já era possível o trucidador
passar por mim e lá foi ele. Ufa! Lição retirada disto tudo, não te metas em
caminhos das cabras e não precisas de correr para suar! :P
domingo, 23 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Modernices
Hoje ao ver uma reportagem sobre o mês das migas em Mora, o pivot do telejornal disse que as migas antigamente eram a comida dos pobres. Ao ouvir isto ocorreu-me um pensamento, se os antigos que já se finaram viessem fazer uma visita às gentes desta terra iam-se rir muito ou então achar que nasceram na época errada. Parece que hoje em dia é moda gostar do que velho, ou tradicional, que é uma palavra mais chique para dizer o mesmo. Coisas que eram um hit no tempo dos meus avós e que com o tempo foram desaparecendo ou lá perto andaram agora são moda, estão in. Comidas que antigamente eram de pobre, agora são coisa fina. Pergunto-me se um dia as papas de feijão miúdo, as batatas rojadas em pingue, o "caurdo" e as côdeas de pão duro vão ser coisa gourmet? Hum...não sei, mas hoje em dia tudo é possível, já que a moda é uma cena um bocado estranha.
Momento paragem cerebral ou como se encontram os sapatos para a boda
Ora
bem, estas paragens já começam a ser recorrentes. Devo preocupar-me? Bem,
adiante! Andava eu nos saldos num site de modas quando me lembrei de ver o
calçado. O que eu fui fazer! Vi estes sapatos que na descrição diziam
"branco sujo", a minha mente leu "nude" e pensou (???)
"fixe, uns sapatos numa cor que dá com qualquer trapo! E baratinhos e
giros!". Pois, depois de ter escolhido o tamanho e adicionado ao
"cesto" e ter feito a confirmação da encomenda e o respetivo pagamento
é que a minha mente voltou a funcionar e pensou "espera lá, aquilo não era
nude! Era branco! toing toing toing!" Naba! Mas vendo isto pelo lado
positivo, já tenho sapatos para a minha boda :P Acho que depois de ter comprado dois livros iguais, posso concluir
que me devo afastar das compras on line por uns tempos, por uns longos tempos...
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