Em que sabes que não vais ter aulas dois dias (queima in the house) e pensas "fixe! não vou ter aulas, vou ficar em casa!", e depois lembras-te que ... tens de trabalhar. Yeiiiii!!!
terça-feira, 6 de maio de 2014
sábado, 3 de maio de 2014
A bodega e o vigésimo
A bodega são as unhinhas que pintei ontem na hora de almoço com os meus novos vernizes, que já agora garantiam um efeito verniz de gel, mas é mentira da avon, são vernizes normais. O vigésimo é o meu mais novo relógio, sim eu tenho uma panca por relógios :p
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Coisinha que eu gostava de ver
Os/as apresentadores/as dos programas de culinária, no fim, ao provarem o prato que cozinharam dizerem "huummm, que mau..." ou "nham, tem sal a mais..." ou "uouu, ficou queimado". Acho que todos percebem que os pratos por vós cozinhados são deliciosos, se fossem maus é que era de estranhar.
terça-feira, 29 de abril de 2014
abril alegrias mil, ou vamos lá limpar as teias de aranha deste barraco, tipo limpezas da Páscoa
Ora, portanto, já não vinha cá escrever nada desde o mês que passou há quase um mês. Isto apesar de no último post ter dito que continuaria a ir aos vossos sítios, está visto que não sou boa a cumprir promessas. A minha ausência prende-se com factos que a seguir serão enumerados, não teve nada a ver com a queda do muro em cima dos alunos da UM, JS, mas foste um querido em perguntar :P
Então vamos lá escrever coisas que não interessam ao menino Jesus. O meu mês de abril começou com a descoberta de mais uma maleita em mon pére, nada de grave, seguiu-se de nenhuma vontade de sair de casa para trabalhar, para ir as aulas, para não fazer nada, de facto. Estive ali numa zona negra que me durou mais de uma semana, não me apetecia falar nem ouvir gente a falar. Passou. Tive os testes que me correram todos mal, logo vou ter umas notas excelentes, sim porque também não tinha vontade nenhuma de estudar. Entretanto andei a resolver assuntos de uma defunta, sim que morrer é muito bonito mas é para quem vai e deixa os assuntos pendentes para os outros. Depois ganhei uma constipação/gripe/congestionamento, eu sei lá o que é isto, sim porque ainda dura e se tudo correr bem mal, esta quinta-feira faz duas semanas que tenho esta cena por companhia. Os meus pulmões nunca emitiram tantos fluídos como nestes últimos tempos. Até é engraçado, com esta minha voz nasalada sexy, quando alguém liga para o serviço, chamadas internas, não me reconhecem a voz e ficam a atirar nomes à sorte ou ficam eeerrrr, quem fala? e eu rio-me.
O pior foi andar assim a morrer e com as limpezas da Páscoa a terem de ser feitas, mas tudo se faz, para além da vassoura, do apanhador e da pá, juntam-se os lenços de papel ao material de limpeza. À conta disto passei a Páscoa a morrer, e nem sequer ressuscitei, leia-se melhorei, ao terceiro dia. Perdi as celebrações pascais, de que eu gosto bastante, principalmente o sábado aleluia, e basicamente fiquei por casa acompanhada dos meus fiéis lencinhos de papel, e quando pensava que isto melhorava, piorei lá da gripe/constipação/whatever e passei o 25 de abril a morrer e a ver as comemorações dos 40 anos (???). Ontem fiz um teste para o qual não sabia nada e quando achava que esta semana só trabalhava dois dias, por causa do feriado municipal e de um dia de férias, morre-se o sogro da minha colega e toca a ir trabalhar na sexta-feira. Hoje no meu primeiro dia de trabalho desta semana, nada melhor do que ver uma velhinha a estardalhar-se toda no hall de entrada. Digam lá que a minha vida não é espetacular? :p
segunda-feira, 31 de março de 2014
Que vou chamar a isto?
A vontadinha de vir cá debitar parvoíces é tanta como a de sair de casa para ir trabalhar e para a vida em geral, mas nada temam que eu não vos "deslargo", comentarei os vossos posts e coiso e tal. O que me fez vir cá escrever tem a ver com um assunto que me apoquentou. Ultimamente tenho tentado seguir a máxima do falar menos, ouvir mais, tentar ponderar os dois lados ou mais da questão, antes de me pronunciar, não me pronunciar de todo, senão sai-me um vai-te *&$#? (se calhar saiam-me destes às resmas!), enfim, acho que ando a treinar para Maria Umbelina dos Anjos, preparem um nicho e reservem o voo para Roma, que eu vou subir aos altares. Adiante, dizia eu que era algo que me deu que pensar. Então é assim, se uma pessoa pobre, que vai buscar comida a uma associação tem o direito de ser esquisitinha com o prato que lhe cai na rifa? Pode dizer, "eu não quero isto, eu não gosto, prefiro ir comer qualquer coisa a um café", isto é aceitável, ou é algo a que qualquer pessoa que não está na mesma situação, simplesmente pode dizer "pobre e mal agradecido", "é porque não tem fome, ou não precisa" e lá vai de papo cheio de razão? Será que se nos pusermos no lugar dessa pessoa, e se nos dessem algo de que não gostamos, simplesmente íamos aceitar porque "a cavalo dado não se olha o dente"? Eu nos tempos antigos, atsmuda (antes de tentar ser maria umbelina dos anjos) se calhar diria, "pobre e mal agradecido, nem vale a pena tentar ajudar quem não merece, tanta gente a passar fome e outros a rejeitar comida!", mas acho que por uma pessoa ser pobre, nem sempre o foi, é certo, foi até muito mimada, mas circunstâncias da vida atiram muito boa gente para o rol cada vez maior de pobres, mas o que é certo é que quem foi habituado a certos luxos, luxos que na mesma altura mais ninguém tinha, tem algumas bases e argumentos para ser picuinhas quanto ao tipo de ajuda que recebe. Nem todos gostam do mesmo e nem todos gostam de tudo. Eu, quando não gostava de alguma comida, não comia, ouvia logo "não comes, é porque não tens fome", tinha fome, mas mesmo assim não queria aquela comida. Claro que não sou dos tempos em que que uma sardinha dava para três,(mas nunca se sabe para onde caminhamos) e se houvesse uma côdea de pão duro e uma malga de caldo já era uma coisa boa, nesse dia não havia fome. Mas mesmo assim, pode uma pessoa manter as suas ideias ou vai logo para a categoria dos mal agradecidos? Aceitar tudo o que nos dão, e que só dão porque já é algo que não lhes faz falta (sim, porque a caridade é muito bonita, mas ninguém dá a peça favorita que tem no armário, hipocrisia maybe??) ou era algo de que até não gostavam particularmente, é ser um bom agradecido? É assim que uma pessoa pobre deve fazer ou tem direito a algo mais? Enfim, não sei se este post faz sentido e se percebem o meu ponto de vista, até porque escrevi-o depois de comer uma malga de morangos com vinho do porto e a sentir um ligeiro formigueiro nas pernas, por isso...
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