domingo, 1 de junho de 2014

Vamos lá assinalar este grande dia

com uma memória estúpida da minha infância, pois claro! Quando eu era mais pequena, aos domingos, ia de comboio, com a minha mãe e o meu irmão visitar a avô materna. Numa dessas visitas a irmã mais nova da minha mãe pega num bocado de urtigas, coisa de que nunca tinha ouvido falar e diz para eu pegar nelas e apertar que aquilo não pica nada. Pois, sim, eu, criança inocente e ignorante, e já agora, bem mandada, fiz o que me disseram, afinal a minha tia também tinha pegado nelas e não se queixou, só muito convenientemente se "esqueceu" de me dizer que não as apertou na mão, coisa que eu fiz. Escusado será dizer que fiquei cheia de comichão na mão! Criança sofre! :P

terça-feira, 27 de maio de 2014

Por essa estrada fora

há uma nova espécie de condutor. O filho do papá, ou um jovem empreendedor (assim, só para não ser muito má :P) que recebeu um beneme último modelo, com matrícula do mês anterior, reluzente e giro que só ele e que vai pela nacional fora, qual piloto de rali, coladinho à traseira do pobre condutor de uma lata com 1200cm3 de cilindrada, neste caso, a minha pessoa, que por momentos até pensa que seria giro travar um bocadinho e ele espatifar a bonita frente do beneme, mas depois isso passa-lhe porque a sua latinha ainda tem de dar muito fogo. Então lá vem o super piloto, coladinho a nós à espera de uma oportunidade para ultrapassar, coisa que não lhe é possível, porque, ou vem um carro em sentido contrário, ou é uma curva, ou tem pouco espaço para se meter entre o meu chaço e o da frente, mas aos poucos ele lá vai conseguindo, uma aceleradela aqui, uma travadela acolá e lá se mete entre o meu chaço e outro que vai à frente, depois acelera a fundo e deixa as pobres latinhas que iam à sua frente e a todo o diesel vai pela nacional fora, numa altura em que já não há curvas, e nunca mais ninguém vê o beneme. Tudo bem que se tem de puxar pelo maquinão, mas moço, não há necessidade de te meteres em perigos só porque é domingo, e o pessoal que conduz latas anda mais devagar um bocadinho. Como uma altura, mon frére me disse, "mais um vale um pé no travão, do que dois no caixão". A propósito, parabéns maninho. Joyeux anniversaire :) Agora vou voltar a meter o nariz nos livros :) Au revoir!

quarta-feira, 21 de maio de 2014

E passados nem sei bem quantos anos, ei-los


os meus primeiros iogurtes! Depois de ter comprado uma iogurteira, nem me lembro bem quando, mas já há mais de seis anos, esta semana resolvi desembrulhá-la do plástico, limpar-lhe o pó e dar-lhe outro uso que não o de ocupar espaço no armário. O resultado é o que está na imagem, e por acaso está bem bom :) Receita com umas ligeiras alterações, daqui.

Do meu timing perfeito

Andava há uns tempos a dizer que no fim de semana tinha de pintar as unhas dedinhos dos pés. Este fim de semana, foi o fim de semana. O que é que o S. Pedro me faz? Manda chuva, impedindo-me de mostrar a bela da unhinha vermelha!

terça-feira, 20 de maio de 2014

Porque é que eu nunca vou ser rica

1- não jogo no euromilhões;
2- não vou casar com um homem rico (acho eu);
3- não tenho uma máquina de lavar loiça;
4- não tenho uma oficina.

O que é que os quatro pontos acima têm em comum? Absolutamente nada, é só mais uma ideia parva que sai daqui. Estava eu nos meus zapping de fim de semana, quando dou com as vistinhas num programa do canal discovery, "forretas extremos" ou "extremos forretas" (não sei como fica melhor traduzido). Adiante, estava a dar uma forreta que, no supermercado, ao comprar frutas, das uvas só mete os bagos à saca e as bananas vão sem casca para dentro da saca. Diz ela que não vai pagar por algo que não come. Nos intervalos para publicidade, desliga a televisão, mas a melhor de todas, meus amigos, atentai nisto para poupardes uns milhões valentes, coze a lasanha na máquina de lavar loiça enquanto lava a loiça, sim na máquina de lavar a loiça enquanto lava a loiça, daí que eu digo que nunca vou ser rica. Depois deu outro fulano forreta que mora na oficina, toma lá banho, dorme na traseira de uma carrinha e o guarda fatos também é na mala de uma carrinha. Cozinha num grelhador manhoso e nem sequer usa talheres, tem uma ferramenta que usa na oficina para virar a comida que cozinha e para comer. Para ter luz, liga um foco à bateria dos carros que lá tem, mas a melhor é, que para limpar os vidros dos carros usa um penso higiénico com cola e passa no carro. Diz que fica limpo e brilhante. Pensos higiénicos ainda tenho, falta-me a oficina :P